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Allianz Parque Pronto para Retorno do Palmeiras

Por Redação FutVerdão em 27/03/2024 11:10

O Problema do Gramado do Allianz Parque

O gramado do Allianz Parque apresentou problemas no início do ano devido ao derretimento do termoplástico, um composto instalado no campo sintético em 2020. Esse problema foi causado principalmente pelas altas temperaturas e poluição da cidade de São Paulo.

Nem a fornecedora do material nem as pessoas que possuem esse sistema na Europa sabiam exatamente o motivo do derretimento. No entanto, testes realizados mostraram que o índice de poluição no termoplástico era muito alto, o que pode ter contribuído para o problema.

A Reforma do Gramado

Após identificar o problema, a Soccer Grass, empresa responsável pela instalação do gramado, começou a trabalhar em uma solução. A reforma consistiu na troca do composto do gramado, removendo 52 toneladas de termoplástico e aplicando 22 toneladas de um infill orgânico, a cortiça.

A reforma começou em fevereiro e terminou no dia 16 de março. O novo sistema orgânico tem uma durabilidade maior que o termoplástico, o que deve evitar problemas semelhantes no futuro.

Retorno do Palmeiras ao Allianz Parque

O Palmeiras retorna ao Allianz Parque nesta quinta-feira, às 21h35, para a semifinal do Campeonato Paulista contra o Novorizontino. O time profissional ainda não testou o novo gramado, mas a equipe sub-20 já realizou atividades no local.

A reforma do gramado deve garantir um retorno tranquilo do Palmeiras ao seu estádio, proporcionando um campo de qualidade para os jogos do Verdão.

Declarações sobre a Reforma do Gramado

"A fornecedora do termoplástico desconhece o que aconteceu aqui. O próprio laboratório da Fifa também. Vimos que o índice de poluição aqui é muito alto, fizemos um teste aqui que mostrou o quanto tinha de poluição no termoplástico. Pode ser por isso, não quero afirmar porque não sou o fornecedor, mas vamos ter em breve uma dissertativa disso tudo", disse Alessandro Oliveira, presidente da Soccer Grass. "Contra a Inter de Limeira, a gente já tinha identificado que iria ter que trocar (o composto). Já tínhamos feito um processo de importação de uma máquina para trabalhar aqui. Ninguém estava sem fazer nada diante do cenário. Já estávamos nos preparando para isso, mas não imaginava que ia agravar tanto e grudar do jeito que grudou?. "Tivemos que tomar uma ação muito rápida. A Soccer Grass trouxe sete aeronaves, tiramos mais de 150 toneladas de material, entre areia e termoplástico. Respondemos muito rápido ao que aconteceu. As pessoas lá de fora, que têm esse sistema, nunca passaram por isso. Foi uma coisa inédita. Temos certeza que com essa solução, não teremos mais incômodo nos próximos anos", seguiu Alessandro Oliveira.

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