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Palmeiras: Abel Ferreira explica gastos com reforços e ignora comparação com rivais
Por Redação FutVerdão em 18/01/2026 00:51
A recente vitória do Palmeiras sobre o Mirassol, por 1 a 0, no último sábado (17), pelo Campeonato Paulista, serviu de palco para o técnico Abel Ferreira abordar um tema recorrente: os investimentos do clube em contratações.
Em 2023, o treinador foi alvo de questionamentos por parte da torcida, que esperava títulos após um considerável aporte financeiro em novas peças para o elenco. A temporada foi marcada pela chegada a três finais, mas sem a conquista de troféus, incluindo as derrotas para Corinthians no Paulistão e para Flamengo no Brasileirão e na CONMEBOL Libertadores.
Abel Ferreira expõe realidade financeira do Verdão
Ao ser questionado sobre os valores envolvidos nas negociações e a comparação com o Flamengo, principal rival na disputa por títulos, Abel Ferreira optou por uma abordagem mais técnica e detalhada. Ele utilizou a contratação do jovem atacante Vitor Roque como um exemplo para ilustrar sua explicação.
"Quer entender, mas não sou a pessoa que vai te explicar isso. Orçamento não está só nas compras e vendas. Posso comprar um jogador que vai me custar 20 milhões de euros e pagá-lo em cinco anos. Não é assim que se calcula. Quando compra uma casa, você não paga na hora, você parcela. Por isso quando essas narrativas são criadas eu entendo perfeitamente, mas é no orçamento que precisamos comparar. Não é assim que as coisas funcionam", declarou o comandante português.
Estratégia de longo prazo nas aquisições do Palmeiras
O treinador fez questão de desmistificar a ideia de que o Palmeiras teria desembolsado uma quantia próxima a R$ 700 milhões em um único período. Ele enfatizou a diferença entre despesa e orçamento, explicando que muitos dos pagamentos são parcelados ao longo do tempo, o que impacta o fluxo de caixa do clube de forma diferente.
"O Palmeiras não gastou 700 milhões, o Palmeiras espaçou. No Vitor Roque , Palmeiras vai pagar por quatro ou cinco anos. É uma despesa que temos, mas não entra no orçamento deste ano. É uma despesa que o Palmeiras vai pagar. Mas eu entendo perfeitamente as narrativas. Não são os orçamentos que jogam. Palmeiras é muito bom em fazer aquilo que sempre faz: ter uma equipe competitiva, que joga sempre para ganhar, com processos bem definidos, continuidade e responsabilidade financeira", completou Abel Ferreira.
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