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Presidente do Atlético-MG critica árbitro após jogo contra Palmeiras; entenda a polêmica
Por Redação FutVerdão em 29/01/2026 14:21
O clima no pós-jogo entre Atlético-MG e Palmeiras, que terminou em um eletrizante empate de 2 a 2 na Arena MRV, foi marcado por fortes declarações. O presidente do clube mineiro, Sérgio Coelho, expressou profundo descontentamento com as decisões de arbitragem, culminando em um relato detalhado na súmula da partida pelo árbitro Bruno Arleu de Araújo.
Presidente do Galo emite declarações contundentes contra a arbitragem
Segundo o documento oficial, o mandatário alvinegro teria abordado a equipe de arbitragem de maneira exaltada após o apito final. O árbitro relatou ter se sentido ofendido pelas palavras proferidas pelo dirigente, que questionou o desempenho da equipe responsável pelo apito. Sérgio Coelho teria afirmado: "Pelo seu nível, foi uma vergonha o que você fez aqui hoje, bruno. Parece que está com a camisa do Palmeiras por baixo. o Palmeiras não precisa disso".
Ainda de acordo com o relato de Bruno Arleu de Araújo, a intervenção policial foi necessária para conter o comportamento do presidente atleticano. O árbitro destacou em sua súmula que as declarações foram proferidas de forma agressiva e com gestos exaltados, o que o levou a se sentir ofendido.
Reclamações sobre pênalti não marcado e expulsão de Sampaoli dominam o debate
A revolta dos jogadores do Atlético-MG se concentrou, em grande parte, na não marcação de um pênalti nos momentos finais da partida, válida pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Além deste lance capital, outras decisões do árbitro também foram alvo de críticas por parte da equipe mineira.
O árbitro Bruno Arleu de Araújo também forneceu explicações sobre a expulsão do técnico Jorge Sampaoli durante o segundo tempo. A decisão de retirar o comandante argentino do banco de reservas ocorreu após ele insistir em reclamar de uma falta marcada contra sua equipe. O árbitro descreveu a conduta de Sampaoli como "acintosa", com gestos ostensivos e demora para deixar o campo, necessitando da presença policial para que se retirasse ao vestiário.
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