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PVC: Palmeiras deve apostar em jovem volante da base em vez de contratações caras
Por Redação FutVerdão em 07/01/2026 17:21
A diretoria do Palmeiras parece ter tomado uma decisão estratégica ao suspender a busca por um novo jogador para a posição de volante. A análise de Paulo Vinícius Coelho, em sua coluna no Canal UOL, aponta para a sabedoria em direcionar os esforços para o desenvolvimento do jovem Luis Pacheco, de apenas 17 anos.
Apostar na Base: A Escolha Inteligente do Verdão
Segundo o comentarista, o clube identificou a escassez de volantes com o perfil vencedor e consolidado no mercado. Diante desse cenário, a opção mais sensata seria capitalizar o potencial existente nas categorias de base, evitando assim arriscar altos valores em contratações de risco.
PVC destaca a importância de diferenciar o investimento em um atleta promissor da base de uma aquisição de alto custo sem garantias. Ele exemplifica a situação comparando a aposta em nomes como Riquelme, Luis Pacheco e Benedetti, que representam o futuro do clube, com a aquisição de um jogador como Facundo Torres, cujo valor de 70 milhões de reais, segundo o comentarista, descaracteriza o conceito de "aposta".
Estratégia de Investimento: Base vs. Mercado
A filosofia defendida por PVC é clara: se a intenção é fazer uma aposta, que esta seja em talentos já lapidados internamente, sem a necessidade de desembolsar cifras astronômicas. "Se é para você trazer uma aposta, você traz a aposta da base. Você não faz uma aposta de 70 milhões de reais", afirma o jornalista.
A crítica se estende à prática de investir quantias significativas em jogadores que ainda não demonstraram um histórico de conquistas e vitórias em suas carreiras. Para o comentarista, o Palmeiras estaria agindo com perspicácia ao priorizar seus próprios jovens talentos em detrimento de contratações dispendiosas e incertas.
Controvérsias no Mercado e a Lição de Hulk
Em outro ponto de sua análise, PVC abordou a situação envolvendo o atacante Hulk e o Fluminense, tecendo comentários sobre a percepção do que significa ser um "ídolo". Ele contesta a ideia de que um ídolo deva permanecer eternamente em um clube, lembrando que mesmo grandes nomes como Reinaldo, Ademir D'Aguia, Zico e Pelé não tiveram cargos vitalícios.
"Cara, ser ídolo não é ficar para sempre. O Reinaldo não ficou para sempre no Atlético. Ídolo não é profissão. Profissão é centroavante. Profissão dele é jogador de futebol", pondera PVC, reforçando que a carreira de um atleta é dinâmica e não garante permanência perpétua em um único clube.
A discussão levanta a questão sobre a motivação de atletas em diferentes fases de suas carreiras e a relação entre lealdade ao clube e ambições pessoais e financeiras. A declaração de Hulk sobre a oferta salarial do Atlético em detrimento do contrato de dois anos oferecido pelo Fluminense serve como pano de fundo para a reflexão sobre os valores que movem os jogadores.
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